Cadeias de abastecimento que entregam a horas.
Plataformas de frota, armazém e última milha para a logística — rastreio em tempo real, aplicações de motorista offline-first e otimização de rotas, desenhadas para mover a taxa de entrega a horas.
Na logística, a exceção é o trabalho.
Uma cadeia de abastecimento que corre como previsto quase não precisa de software; o valor está em detetar o camião atrasado, a leitura falhada e a entrega gorada antes de se tornarem uma chamada de cliente. Desenhamos primeiro para a exceção — visibilidade em tempo real em cada nó, alertas que disparam no tempo de espera e no atraso em vez de depois, e aplicações de motorista que continuam a funcionar numa zona sem cobertura e se sincronizam assim que o sinal regressa. O resultado é uma rede onde a entrega a horas é um número que pilota, e não um número que justifica à posteriori.
O setor, sem rodeios.
O software de logística vive ou morre na periferia — a cabina sem sinal, o cais de carga às 5 da manhã, a porta onde uma entrega conclui ou falha. Uma plataforma que pressupõe conectividade constante e entrega sem percalços é uma plataforma que se parte exatamente onde o trabalho acontece.
Construímos sistemas de cadeia de abastecimento offline-first e orientados pela exceção: aplicações de motorista que captam a prova de entrega sem uma única barra de sinal e se sincronizam mais tarde, otimização de rotas que se adapta ao trânsito real, e rastreio-rastreabilidade que mostra onde cada expedição realmente está — e não onde o plano alega que deveria estar.
Por baixo, ligamos a telemática e os sensores IoT, os fluxos WMS e a visibilidade de stocks entre os nós que transformam uma frota de etapas desligadas numa única rede que pode ver de uma ponta à outra — e pilotar.
Sistemas para a logística.
As plataformas que mais frequentemente entregamos para este setor — cada uma enquadrada num número que importa realmente para a empresa.
Frota e otimização de rotas
Despacho, encaminhamento e planeamento que se adaptam ao trânsito e às restrições reais, para que os quilómetros e o combustível desçam ambos.
Armazém e WMS
Receção, preparação, arrumação e fluxos de stock que reduzem o tempo de espera e mantêm contagens de stock fiáveis.
Última milha e aplicações de motorista
Aplicações offline-first para motoristas com prova de entrega, orientação de rota e captura que sobrevive a uma zona sem cobertura.
Rastreio e rastreabilidade
Visibilidade das expedições em tempo real em cada nó, com alertas que disparam no atraso antes de um cliente ligar.
Telemática e sensores IoT
Dados de sensores de veículo, cadeia de frio e ativos, ingeridos, sinalizados e remetidos às operações a tempo de agir.
Operações de frete e 3PL
Fluxos de encomendas, transportadores e faturação para o frete e o 3PL, com visibilidade de stocks em cada nó.
Números, não conversa fiada.
Cada missão é enquadrada num resultado mensurável. O tipo de resultados para os quais construímos sistemas de logística — e pelos quais nos responsabilizamos.
As partes difíceis, dominadas.
Os princípios segundo os quais construímos neste setor — e o que cada um significa quando o sistema está em serviço.
Offline por omissão
As ferramentas de motorista e de cais funcionam sem qualquer sinal e reconciliam-se na reconexão — a zona sem cobertura é o alvo de conceção, não o caso marginal.
A exceção primeiro
Instrumentamos para o atraso, o tempo de espera e a entrega gorada para que as operações ajam sobre o problema antes de ele chegar ao cliente.
Uma única fonte de verdade
Frota, armazém e última milha escrevem na mesma rede viva, para que ninguém encaminhe a partir de um estado que mudou há uma hora.
As horas são a métrica
Otimizamos face a entregas concluídas e a horas — não gráficos de utilização ou painéis cosméticos que escondem o camião atrasado.
Da startup à escala.
O tipo de equipas da logística com quem trabalhamos — cada uma com riscos diferentes, a mesma exigência de artesanato.
Escolhidas para o problema.
Agnósticos quanto à framework, decididos pelo resultado. Uma stack representativa para a logística — a combinação adapta-se ao seu problema, nunca o contrário.
Uma equipa. Zero entregas.
As disciplinas CODT que mais combinamos para construir para a logística — mesma arquitetura, mesmos engenheiros, sem taxa de integração.
Perguntas, respostas.
O que os compradores da logística mais nos perguntam. Para o resto — coloque-o num briefing, um engenheiro sénior responde no prazo de um dia útil.
As vossas aplicações de motorista funcionam sem ligação?
Sim — o offline-first é a escolha de conceção por omissão. A prova de entrega, as leituras e o avanço de rota são captados sem qualquer sinal e reconciliam-se automaticamente ao regresso da ligação.
Conseguem otimizar as rotas segundo as condições reais?
Construímos um encaminhamento que tem em conta o trânsito, as janelas horárias, as restrições de veículo e de capacidade, para que o plano reflita a estrada em vez de um mapa idealizado.
Integram a telemática e os sensores IoT?
Sim — os dados de sensores de veículo, cadeia de frio e ativos são ingeridos via MQTT e protocolos semelhantes, sinalizados ao ultrapassar o limiar e remetidos às operações a tempo de agir.
Conseguem dar-nos um rastreio-rastreabilidade em tempo real?
Construímos visibilidade das expedições em direto em cada nó, com alertas que disparam no tempo de espera e no atraso para que as exceções sejam detetadas antes de um cliente ligar.
Integra-se com o nosso WMS e os nossos sistemas de transportadores?
Sim — integramos o WMS, o TMS e as API de transportadores que já utiliza, para que o estado dos stocks e das expedições se mantenha coerente em cada nó.
Perde a carga
assim que ela sai do cais?
Fale-nos da sua frota, dos seus nós e do ponto onde a visibilidade se parte. Um engenheiro sénior responde no prazo de um dia útil com uma análise de viabilidade.
