Hardware, edge e cloud. Um único sistema.
Produtos conectados concebidos como um todo — o dispositivo, o firmware, a telemetria, a app e o painel — por uma só equipa que responde por tudo.
Os projetos IoT falham nas junções. Por isso eliminámos as junções.
O fracasso clássico do IoT: um fornecedor de hardware, um prestador de firmware, uma agência de apps e um consultor de cloud — quatro contratos, zero responsabilidade, e um produto que faz boa demonstração até a frota atingir mil dispositivos e as junções cederem.
Entregamos a stack como um único sistema concebido. Protocolos dos dispositivos, lógica de edge, sincronização, plataforma cloud, app móvel e painel de frota — uma arquitetura, uma equipa, um único responsável. Os nossos frigoríficos conectados mantêm comércio sem pessoal a funcionar, dia e noite, há anos; é isto que «sem costuras» significa de verdade.
Do sensor à decisão.
Cada camada de um produto conectado — concebidas em conjunto, possuídas por si.
Desenvolvimento de plataforma IoT
Backends cloud que ingerem, armazenam e agem sobre os dados dos dispositivos — concebidos para frotas, não para demonstrações.
Software embarcado & edge
Integração de firmware, lógica de gateway e processamento no edge onde a latência ou a conectividade o exigem.
Apps companheira & de operador
As experiências móveis e de quiosque pelas quais clientes e equipas tocam realmente no seu hardware.
Telemetria & gestão de dados
Pipelines de séries temporais, alertas de anomalias e analytics que transformam o ruído dos dispositivos em verdade operacional.
Monitorização da frota
Provisionamento, atualizações OTA, painéis de saúde e alertas para cada unidade no terreno.
Consultoria & estratégia
Build-vs-buy sobre hardware, conectividade e protocolos — antes de se comprometer com as partes dispendiosas.
Provar num dispositivo, depois em mil.
Os produtos conectados escalam aos saltos — bancada, piloto, frota — e cada salto tem os seus próprios modos de falha.
01Protótipo de bancada
Um dispositivo, de ponta a ponta: do sensor à cloud e à app. O ciclo completo funciona em poucas semanas, com as hipóteses testadas de hardware na mão.
02Frota piloto
Dezenas de dispositivos no terreno expõem o mundo real: redes instáveis, falhas de energia, comportamento humano. Instrumentamos tudo.
03Endurecer para a escala
Provisionamento, atualizações OTA, segurança e observabilidade construídos antes de a frota crescer — não aparafusados depois da primeira avaria.
04Operar a frota
Painéis, alertas e suporte vitalício. Vigia o negócio; o sistema vigia os dispositivos.
Já o entregámos.
Frigoríficos conectados que mantêm um comércio sem pessoal a funcionar 24/7 — hardware, app e plataforma concebidos como um único sistema.
FeelEat — Happy Fridge
Frigoríficos inteligentes com desbloqueio por leitura, pagamento na app e telemetria de inventário em direto — refeições sustentáveis vendidas dia e noite, sem pessoal no local.
Escolhidas pelo problema, não pelo currículo.
Protocolos abertos e infraestrutura comprovada — nenhuma plataforma proprietária bloqueada entre si e os seus dispositivos.
Uma só equipa. Zero passagens de testemunho.
As disciplinas mais frequentemente combinadas com o IoT — mesma arquitetura, mesmos engenheiros, sem imposto de integração.
Perguntas, respostas.
O que os compradores de IoT mais nos perguntam. Para o resto — envie um briefing, e um engenheiro sénior responde num dia útil.
Coloque-o num briefing. Um engenheiro sénior — não um vendedor — responde no prazo de um dia útil.
Q.01Também constroem o hardware?
Concebemos a stack de software e integramo-la com o seu hardware — e trabalhamos de perto com os fabricantes sobre protocolos, especificações e seleção. A fase de descoberta diz-lhe exatamente onde colocar a fronteira hardware/software.
Q.02O que acontece quando os dispositivos ficam offline?
Continuam a funcionar. A lógica de edge e o armazenamento local são concebidos desde o início, com sincronização na reconexão e resolução de conflitos. O offline é um estado concebido, com comportamento definido — nunca um erro.
Q.03Como gerem a segurança dos dispositivos?
Identidade por dispositivo, transporte cifrado, atualizações OTA assinadas e permissões cloud de privilégio mínimo. Um dispositivo comprometido deve continuar a ser um incidente contido, não uma falha de toda a frota — e arquitetamos exatamente para isso.
Q.04Conseguem salvar um projeto IoT parado?
Muitas vezes, sim. Auditamos a stack de ponta a ponta — do firmware à cloud — e damos-lhe uma leitura honesta do que se mantém e do que tem de mudar. O diagnóstico habitual: junções entre prestadores; o remédio habitual: uma só equipa responsável.
Q.05Que conectividade devemos usar?
Depende do ambiente. Wi-Fi para o consumo em interiores, BLE para curto alcance com bateria, celular (LTE-M / NB-IoT) para longo alcance, LoRaWAN para consumo ultrabaixo em meio rural. Tomamos esta decisão logo na primeira semana de descoberta, conforme a sua economia unitária.
Q.06Como gerem as atualizações OTA em segurança?
Implementação progressiva (5% → 25% → 100%), rollback automático com base em métricas de falha, firmware dual-bank para que uma atualização falhada nunca inutilize um dispositivo, e imagens assinadas para que nenhum firmware não autorizado possa ser carregado.
Q.07Isto vai escalar para um milhão de dispositivos?
As arquiteturas que implementamos no AWS IoT Core e no Azure IoT Hub gerem rotineiramente milhões de dispositivos. A restrição raramente é a escala — é a disciplina operacional em torno das operações de frota, do OTA e da observabilidade.
Q.08Podem acrescentar manutenção preditiva ou deteção de anomalias sobre a telemetria?
Sim — assim que a frota emite telemetria limpa e etiquetada, é aí que o IoT compensa. Começamos por baselines simples por limiares e estatísticas (que detetam a maioria dos problemas), depois acrescentamos modelos de ML para a previsão por padrões onde os dados o permitem. Não lhe venderemos um modelo de ML antes de ter meses de dados históricos fiáveis para o treinar.
Vai pôr software em
algo físico?
Frigoríficos, quiosques, sensores, máquinas — diga-nos o que o dispositivo tem de fazer. Um engenheiro sénior responde num dia útil com uma leitura de arquitetura.
