O clube, transmitido até ao seu sofá.
Uma plataforma pioneira de entretenimento ao vivo — espetáculos virtuais com bilhete e cuidadosamente selecionados, da comédia ao improviso, passando pelas gravações de podcasts perante público, concebidos para recriar a atmosfera da sala.

A comédia morre numa sala silenciosa.
Um stand-up sem risos é um monólogo. A RushTix queria espetáculos virtuais com bilhete que preservassem o que torna o espetáculo vivo: a multidão, o timing, a sensação de que está a acontecer agora e de que se faz parte dele — não uma videochamada, não um lançamento VOD.
Concebemos para a atmosfera: transmissões de baixa latência suficientemente apertadas para o timing cómico, reações do público que chegam até ao artista, e uma entrada com bilhete que transformava os espetáculos em eventos que merecem que nos arranjemos. O ciclo de energia entre o palco e a sala era o verdadeiro produto.
Os números parecem engenharia de broadcast porque são mesmo: um tempo de entrada mediano de 2,4 segundos, uma taxa de re-buffering abaixo de 0,4% em direto, e picos de dez mil fãs em simultâneo — com a energia do público devolvida ao artista em tempo real.
A latência mata a comédia.
Uma piada que chega dois segundos tarde não resulta. A atmosfera é um problema de engenharia em tempo real.
Os espetáculos virtuais pareciam VOD.
Tanto as transmissões como as videochamadas falham aquilo que torna o espetáculo vivo.
- Um silêncio de morte — artistas que atuam no vazio perdem o timing e a energia.
- Latência elevada — risos que chegam atrasados quebram o ciclo entre o palco e a sala.
- Sem entrada paga — uma transmissão sem bilhete parece gratuita, e o gratuito parece dispensável.
- A fadiga das videochamadas — uma grelha de rostos sem som não é uma sala de espetáculos.
A sala, reconstruída online.
Streaming de baixa latência, com a energia da multidão a chegar até ao palco.
- Latência de timing cómico — transmissões suficientemente apertadas para o jogo de pergunta-resposta com a sala.
- Reações para o palco — aplausos e risos chegam ao artista em direto.
- Uma entrada com bilhete — espetáculos que são eventos, com uma hora de início que merece que nos arranjemos.
- Ligação em 2,4 segundos — a porta abre depressa; menos de 0,4% de re-buffering mantém a sala intacta.
Construir a sala.
Bilhética, streaming e energia da multidão — montados numa sala de espetáculos viva.
Acesso com bilhete
Espetáculos pagos e fechados, com direitos de acesso aplicados ao nível do leitor — uma verdadeira bilhética, não um link.
Streaming de baixa latência
Latência suficientemente apertada para que a reação da sala chegue dentro do timing do comediante.
Ciclo de energia do público
Reações e chat reenviados aos artistas em direto — a banda de risos é o público real.
Formatos de espetáculo
Comédia, improviso e gravações de podcasts perante público — cada formato com as suas próprias necessidades de encenação.
Programação de eventos
Calendário selecionado, horários e lembretes — espetáculos a hora certa, não uma prateleira de conteúdos.
Fiabilidade da transmissão
Uma transmissão que cai é uma sala reembolsada — failover e supervisão tratados em conformidade.
Reconstruir a sala.
Quatro fases, com «a atmosfera» definida como um orçamento de latência.
Conceptualização
A atmosfera definida em números: um orçamento de latência e um ciclo de energia entre o palco e a sala.
Design
Uma experiência de sala de espetáculos — lobby, entrada com bilhete, multidão visível — não uma página de leitor.
Desenvolvimento
O pipeline de baixa latência, o canal de reações do público e a integração da bilhética.
Implementação
Espetáculos em direto com 10K+ em simultâneo e menos de 0,4% de re-buffering.
O que nos tirou o sono.
Os problemas que decidiam se o produto funcionava, pura e simplesmente.
O ciclo de energia
As reações do público tinham de chegar ao artista suficientemente depressa para moldar o set — um canal em tempo real a correr ao lado da transmissão, nos dois sentidos.
Baixa latência em escala
O timing cómico só tolera uma fração da latência habitual de streaming — e o orçamento tinha de aguentar dez mil espetadores em simultâneo.
Entrar como quem abre uma porta
2,4 segundos de ligação mediana, porque uma fila à porta da sala mata o ambiente antes mesmo de o espetáculo começar.
Stack tecnológica.
Uma sala de espetáculos viva, montada a partir de blocos de streaming.




Os números que os donos vigiam.
A RushTix provou uma categoria: espetáculos ao vivo que as pessoas pagam a partir de casa.
Do clique à multidão em menos de três segundos — o espetáculo começa à hora do bilhete.
O timing cómico sobrevive porque a transmissão nunca gagueja.
Salas virtuais cheias servidas sem quebrar a atmosfera.
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