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WebOperações

Uma linha de produção feita de receitas.

A gestão de workflow ponta a ponta para as equipas culinárias — prep dos ingredientes, criação de sub-receitas, enfrascamento e execução dos pratos, com estados em tempo real, atribuições claras e seguimento automatizado.

+47%Consistência de receitas
−82%Incidentes com alergénios
−60%Arranque de local
Unified Recipe System
ClienteFeelEat (Suíça)
SetorOperações · FoodTech
PlataformaWeb · Tablets de cozinha
DisciplinasÀ medida · ERP · Dados
O briefing

Uma cozinha profissional é uma fábrica que nunca registou o seu processo.

ClienteFeelEat Sàrl · Suíça
Consistência+47% receitas
Incidentes com alergénios−82%
PlataformasWeb · Tablets de cozinha

Centenas de refeições frescas por dia dependem de cadeias de prep: receitas de base que alimentam sub-receitas que alimentam pratos, ao longo dos postos e dos serviços. Essa coreografia vivia na cabeça dos chefs e em quadros brancos — invisível para o planeamento, inverificável para os alergénios, e frágil assim que faltasse uma pessoa-chave.

Modelámos a cozinha como o sistema de produção que ela realmente é: receitas como listas de materiais, a prep como ordens de trabalho seguidas, os postos como capacidade afetável. Cada lote — da prep dos ingredientes ao enfrascamento até ao prato acabado — avança agora por estados em tempo real, com seguimento automatizado por trás.

Tratada como um sistema de produção, a cozinha começou a seguir as suas regras: uma consistência de receitas a subir 47%, incidentes com alergénios em queda de 82%, e aberturas de locais 60% mais rápidas — cada lote rastreado da preparação ao frasco até ao prato.

O desafio

O processo vivia na cabeça dos chefs.

Uma coreografia digna de uma fábrica — invisível para o planeamento, inverificável para os alergénios, frágil à menor ausência.

01 — O problema

Uma linha de produção nunca escrita.

As cadeias de prep atravessavam postos e serviços sem qualquer sistema por baixo.

  • O saber vai-se emboraum chef-chave doente bloqueava cadeias de prep inteiras.
  • Alergénios inverificáveisnenhuma linha rastreável do ingrediente ao frasco acabado.
  • Um planeamento cegoo estado da prep vivia em quadros brancos e em cabeças.
  • Um onboarding por observaçãoas novas cozinhas levavam meses a arrancar.
02 — A solução

A cozinha, modelada com honestidade.

Receitas como listas de materiais, a prep como ordens de trabalho seguidas, os postos como capacidade afetável.

  • Receitas em lista de materiaisreceitas de base, sub-receitas, pratos — a cadeia tornada explícita.
  • Lotes seguidosda prep dos ingredientes ao enfrascamento até ao prato, com estado em direto.
  • Rastreabilidade dos alergéniosincidentes em queda de 82% graças à cadeia rastreável.
  • Locais reproduzíveisas novas cozinhas arrancam 60% mais depressa sobre um processo escrito.
O que construímos

A mise en place, sistematizada.

O workflow culinário, modelado com honestidade — não achatado numa app de tarefas genérica.

01

Grafo de receitas e sub-receitas

Pratos modelados em receitas por camadas, com rendimentos, custos e alergénios herdados corretamente.

02

Ordens de trabalho de prep

A produção diária traduzida em tarefas por posto, com quantidades e prazos.

03

Workflow de enfrascamento

O porcionamento por lote seguido unidade a unidade — a ponte entre a cozinha e a venda em frigorífico.

04

Quadro de estados em tempo real

O estado de cada lote visível em toda a cozinha — sem ter de dar uma palmadinha no ombro para saber.

05

Atribuição das tarefas

Uma responsabilidade clara por posto e por serviço — as passagens sobrevivem ao ausente do dia.

06

Seguimento automatizado

Rastreabilidade ao lote, do ingrediente ao prato — as respostas sobre alergénios e qualidade em segundos.

Como o construímos

Pôr a coreografia por escrito.

Quatro fases, começando por tempo passado na cozinha de produção.

1

Conceptualização

Tempo passado nas cozinhas de produção a mapear as verdadeiras cadeias de prep, posto a posto.

2

Design

Ecrãs de posto utilizáveis em pleno serviço — luvas calçadas, um olhar, um toque.

3

Desenvolvimento

O motor de workflow: listas de materiais de receitas, ordens de trabalho, estados em direto, seguimento automatizado.

4

Implementação

Implementação local a local — +47% de consistência das receitas em produção.

As partes difíceis

O que nos tirou o sono.

Os problemas que decidiam se o produto funcionava, pura e simplesmente.

01

Modelar sem achatar

As apps de tarefas genéricas morrem na cozinha. Sub-receitas, níveis de stock mínimo e capacidade dos postos tinham de ser modelados como os chefs realmente pensam.

02

Uma rastreabilidade à prova de alergénios

Cada prato remonta, através de cada sub-receita, até aos lotes de ingredientes — a cadeia que um recall ou um incidente alérgico exigem.

03

Software ao ritmo da cozinha

Atualizações em pleno rush, mãos molhadas, em segundos. A interface tinha de sobreviver a um serviço real, não a uma demo.

Arquitetura

Stack tecnológica.

Um sistema de produção que fala a linguagem da cozinha.

Node.jsNestJSMySQLRedisElasticSearch
O resultado

Os números que os donos vigiam.

O saber tribal da cozinha tornou-se um sistema operativo sobre o qual se pode recrutar.

+47%Pontuação de consistência das receitas

Cada local cozinha o mesmo prato — o grafo de receitas garante-o.

−82%Taxa de incidentes com alergénios

A rastreabilidade ao lote transformou o controlo de alergénios de uma esperança numa aritmética.

−60%Arranque de novos locais

As novas cozinhas começam sobre um processo escrito e já em funcionamento.

É a sua vez

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